sábado, 18 de julho de 2009

Namorar é como os saldos- tem épocas especiais!

Numa bela tarde de praia surgiu a inspiração para mais um post. Desta vez foi o rapaz que eu considerava a excepção à regra que mostrou estar mais do que integrado na mentalidade masculina. E a teoria a que cheguei é que afinal o namoro tem épocas especiais!
Diga-se que é optimo no Inverno para animar e dar mais calor às tardes cinzentas de chuva. É bom no Outono, no regresso às aulas, como uma escapatória aos momentos de maior stress. E é fantástico na Primavera, porque toda a gente sente a necessidade de encontrar a sua cara metade, a necessidade de ser mimada. No entanto, no Verão, segundo as minhas fontes de pesquisa, torna-se um estorvo. Porquê estar preso a alguém quando se pode conhecer novas pessoas, sem compromissos ou complicações? Dai os homens terem arranjado uma solução...
Conseguem fazer com que a rapariga/mulher acabe com eles, por sentir falta de atenção, antes do Verão começar, assim ficam livres para estarem com quem quizerem. Depois no fim do Verão manifestam que sentiram a falta dela e a rapariga,sentindo-se culpada por ter sido ela a terminar, acaba por voltar para ele. Eles pensam em tudo!
Mas por outro lado ao serem confrontados com a possibilidade da rapariga também ter estado com outra pessoa durante esse período já não gostam da idéia. Lá vem ao de cima a discriminação feminina. Se for um rapaz a andar com muitas raparigas é considerado um engatatão, um sex symbol, bem interpretado pela sociedade. Por sua vez se uma rapariga andou com mais de um rapaz é logo "catalogada" de vadia. Discriminada, comentada, olhada de lado. Eles têm esse conceito intrinseco nas suas mentes e portanto, a certeza que a rapariga não será como eles durante esse periodo de "férias".

Raparigas não se deixem enganar, épocas especiais de namoro não são para MUlheres como nós!
P.S: Embora se possa aproveitar esse periodo para fazer umas férias à grandee á francesa com as amigas, ir para os saldos tardes inteiras, conhecer novas pessoas sem medo que alguém possa não gostar. Não sou apologista desta ideia mas como todas as teorias tem os seus prós e contras.